quinta-feira, 14 de junho de 2007

Economia da Guiana

A economia da Guiana tem mostrado um crescimento económico moderado desde 1999, baseado numa expansão dos sectores agrícola e mineiro, numa atmosfera mais favorável para iniciativas empresariais, uma taxa de câmbio mais realista, uma inflação razoavelmente baixa e apoio continuado por parte de organizações internacionais. Os problemas crónicos incluem carências no número de trabalhadores qualificados e infraestruturas deficientes. O governo tenta equilibrar uma dívida externa de grandes dimensões com a necessidade urgente de expansão do investimento público. Os baixos preços de produtos-chave nos sectores mineiro e agrícola, combinados com problemas nas indústrias de bauxite e açúcar ameaçam a já ténue posição fiscal do governo e ensombram o futuro.

Economia da Jamaica

Em termos de economia, a Jamaica se destaca pelas seguintes riquezas:
Produtos agrícolas: cana-de-açúcar, milho, mandioca, café, cacau, frutas cítricas, banana e tabaco.
Minerais: o país é o primeiro produtor mundial de bauxita.
Indústria: alimentos, têxteis, cimento, máquinas agrícolas e o famoso rum jamaicano.
Turismo: a Jamaica atrai milhões de turistas por suas paisagens exuberantes em flora e fauna, praias ensolaradas e uma infraestrutura que oferece bons hotéis, balneários litorâneos e eficiente sistema de transportes e comunicações.
A descoberta de jazidas de bauxita na década de 1940 mudou a economia do território, até então baseada apenas no cultivo de cana-de-açúcar e banana. Na década de 1970 o país se tornou o maior produtor mundial deste minério.
O país possui muitas facilidades para investidores, incluindo facilidades para repatriar o capital, a postergação do pagamento de impostos por vários anos, além da isenção de impostos e taxas para a importação de bens de capital destinados a empreendimentos aprovados. Mas apesar destes benefícios, a indústria de vestuário têm sofrido redução em suas receitas de exportação e também com o fechamento de fábricas.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Politica Externa

A Jamaica, possuidora de pequeníssima rede de postos no exterior, tem atuado no plano internacional com notável desenvoltura e eficiência, com política externa com personalidade e razoável independência. No plano das Nações Unidas, freqüentemente, tem cooperado com o Brasil, apoiando candidatos brasileiros em eleições em organismos internacionais. Exerce clara liderança regional, naquele foro e na OEA, o que ficou patente em fevereiro do corrente ano, quando resistiu de forma tenaz e coerente, à turva situação em que se deu a "renúncia" do então Presidente Jean-Bertrand Aristide, primeiro Presidente constitucionalmente eleito da história recente do Haiti. A Jamaica, fundamentada em declaração do próprio Aristide, caracterizou seu afastamento como um golpe de estado, pediu um investigação internacional sobre armamento e financiamento dos rebeldes por potência externa à Região para esclarecimento da denúncia e tem atuado para bloquear, até este momento, a reintegração do atual Governo haitiano à CARICOM, por faltar-lhe legitimidade democrática. Além disto, institucionalmente, detém a "pasta" das Relações Exteriores da CARICOM, sendo ainda um líder histórico reconhecido nos Grupos dos 77 e do G15, além de ter sido eleita, recentemente, para presidir o Conselho de Ministros do grupo ACP.

politica da jamaica

A Constituição de 1962 estabelece um sistema de governo parlamentar, adotando um modelo semelhante ao da Grã-Bretanha. O primeiro-ministro é o chefe do governo. O monarca britânico, o chefe do Estado, é representado por um governador geral. O chefe de Estado é a Rainha Elizabeth II, representada pelo Governador Geral Howard Felix Hanlan Cooke, no cargo desde 1991. O chefe de Governo é o Primeiro-Ministro Percival J. Patterson, desde 1992. O Gabinete é nomeado pelo Governador Geral, sob orientação do Primeiro-Ministro. Não há eleições. O Monarca nomeia o Governador Geral que, por sua vez, nomeia o Primeiro-Ministro. Divisão administrativa: 14 regiões.
Poder Legislativo: Congresso bicameral, composto pela Casa dos Representantes, com 60 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos, e o Senado, com 21 membros nomeados pelo Governador Geral.
Poder Judiciário: Os sistemas legal e judicial da Jamaica se baseiam na Common Law britânica, sendo a Justiça administrada por diversas cortes. Apelações são dirigidas à Corte de Apelação e, em última instância, ao Conselho Privado, em Londres. Queixas de cidadãos contra a administração, empresas públicas e questões de política partidária são investigadas por três Ombudsmen: um Ombudsman parlamentar, um Ombudsman de empresas públicas e um Ombudsman político.